quinta-feira, 24 de março de 2011

Projecto em destaque na imprensa local

Caros leitores, é com satisfação que informamos que hoje o nosso projecto foi alvo de um artigo do semanário Labor, no qual é dado destaque ao nosso artigo sobre a perspectiva política da autarquia acerca do emprego na cidade, nomeadamente às afirmações de Castro Almeida acerca do projecto Oliva Creative Factory e a sua proximidade à "Caixa das Artes" feirense.

Se quiser ler o artigo, ficando também a conhecer um pouco mais sobre o nosso projecto, pode fazê-lo em http://www.labor.pt/index.asp?idEdicao=271&id=14193&idSeccao=2919&Action=noticia, bem como na edição impressa do jornal Labor.

Aproveitamos também para vos dizer que na segunda-feira será publicado o último dos nossos textos semanais, no qual iremos fazer uma conclusão geral ao tema do nosso projecto. Passe por cá para lê-lo a partir do dia 28!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Perspectiva política da Juventude Socialista de SJM acerca do emprego na cidade

Depois da entrevista ao Dr. Castro Almeida, em que nos inteiramos das ideias e projectos da autarquia sanjoanense nos domínios do emprego e da educação, quisemos saber também as ideias dos partidos da oposição ao PSD (que ganhou as últimas eleições autárquicas em SJM).

Assim sendo, entrevistámos Alessandro Azevedo, líder da Juventude Socialista (JS) de SJM, para ficarmos a saber o que é que os jovens do maior partido da oposição local pensam sobre estas matérias. Agradecemos a disponibilidade do mesmo para esta entrevista.

A Câmara Municipal de SJM ignora os jovens?

Nos últimos tempos, a principal reivindicação que a JS-SJM tem demonstrado é a de que Câmara Municipal da cidade não ouve as propostas que os jovens têm para o seu concelho. Começámos, portanto, a entrevista perguntando o porquê destas queixas. “A JS defendeu e defende a necessidade de haver nos concelhos instrumentos que permitam uma aproximação dos jovens aos responsáveis políticos locais”, afirmou Alessandro Azevedo.

“Nesse sentido, a Assembleia da República criou, já há muito tempo, uma imposição legal da criação de um Conselho Municipal de Juventude em cada município, que é um órgão consultivo onde o presidente da Câmara deve ouvir os jovens relativamente a várias matérias da política local. Escudando-se com argumentos jurídicos duvidosos, Castro Almeida nega-se a aplicar a lei, que devia ter sido aplicada até Agosto de 2009. Existe claramente uma falta de vontade política da Câmara Municipal em ouvir os jovens”.

Quisemos também saber quais as mais-valias da existência deste órgão, que fazem com que a JS-SJM batalhe tanto pela sua implementação. Segundo Alessandro Azevedo, o Conselho Municipal da Juventude, por um lado, “levaria a que o presidente da Câmara tivesse a visão dos jovens que estão efectivamente no terreno, e que lidam com aqueles que estão com problemas”. Por outro lado, “fomentaria a participação cívica dos jovens, pois a ida de um jovem a um órgão consultivo, para debater com o presidente de câmara os problemas que afectam a juventude sanjoanense, aproximaria qualquer jovem da administração do seu concelho”.

A atracção de emprego para a cidade:

Passámos à confrontação das opiniões da JS com as do actual executivo camarário. A JS-SJM tem afirmado ultimamente que a autarquia não tem feito tudo o que podia fazer para combater o desemprego. “Há a necessidade de encontrar soluções a nível nacional que fomentem o crescimento económico, já que este é a melhor via de criação de emprego, mas os concelhos devem ter também um papel no desenvolvimento de ferramentas que fomentem a criação de emprego”, explicitou o líder desta estrutura partidária local na entrevista que nos concedeu.

Seguiu-se um exemplo de uma autarquia em que, por sinal, é o PS que está no poder. “Há concelhos do nosso distrito que apresentam resultados muito melhores do que SJM. Arouca, por exemplo, um concelho que está mais no interior do que SJM, apresenta uma taxa de desemprego baixa. Isto revela que tem havido, por parte da autarquia, empenho no combate ao desemprego”, alegou Alessandro Azevedo.

[A bem da verdade, note-se que, segundo uma notícia do jornal SOL online, publicada a 10 de Maio de 2010, em que foi divulgada uma estimativa da taxa de desemprego para todos os concelhos do país, a taxa de desemprego do concelho de Arouca é de 6,7%. Mesmo não sendo os tais 4%, não deixa de ser uma taxa de desemprego baixa comparativamente com a média nacional e com a taxa de desemprego do concelho de SJM (10,2%, segundo esta mesma notícia).]

Impunha-se saber, então, o que é que, para a JS, deve ser feito para combater o desemprego. Alessandro Azevedo começou por ressalvar que a JS está inteiramente a favor dos três grandes projectos da autarquia neste domínio. “Somos totalmente favoráveis aos três investimentos. As incubadoras de empresas, como o Centro Empresarial e Tecnológico, são desde há muitos anos uma preocupação da Juventude Socialista à escala nacional. Quanto à Oliva Creative Factory, é uma indústria criativa e estava, aliás, no projecto político que o PS apresentou em 2009”.

Contudo, para o líder da JS-SJM, “há uma questão essencial à qual a Câmara Municipal não tem respondido, que é a defesa das indústrias tradicionais. SJM tem que recentrar a sua importância na realidade do sector do calçado a nível internacional. Nesse sentido, o PS defendeu, por exemplo, a construção do Museu do Calçado em SJM”. Por outro lado, “não se justifica que uma cidade como SJM nunca tenha tido uma Feira Internacional de Calçado, tínhamos todas as condições para o fazer, era uma medida essencial de apoio ao sector que emprega muitos sanjoanenses”. São medidas tão ou mais importantes do que as que já estão a ser implementadas, uma vez que Alessandro Azevedo defende que a única solução de curto prazo para o desemprego está nos sectores tradicionais.

Em conclusão…

Nesta que foi a última entrevista do nosso projecto constatámos que, a nível local, a JS é uma estrutura partidária que, ao contrário de outros partidos que também estão na oposição, não se limita a “deitar abaixo” os projectos e as iniciativas de quem está no poder – alguns dos projectos do actual executivo autárquico são mesmo elogiados pela JS –, contribuindo para o enriquecimento do debate político ao divulgar quais as acções que tomaria caso estivesse no poder. Deste modo, resta-nos desejar boa sorte à JS nos seus projectos que visam apoiar jovens como nós!

quinta-feira, 17 de março de 2011

A visão dos jovens

Boas caros seguidores, estamos aqui para informar que o próximo texto semanal é sobre a perspectiva política da JS - Juventude Socialista - acerca do emprego na nossa cidade, no qual poderá ler a nossa entrevista ao coordenador da estrutura local da JS, Alessandro Azevedo.

Já sabe, segunda-feira é dia de texto semanal por isso tem que aparecer aqui no nosso blogue para o ler.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Perspectiva política da Câmara Municipal de SJM acerca do emprego na cidade


Ora, depois do nosso inquérito, da análise às características do emprego na cidade, da divulgação de casos marcantes no panorama empresarial sanjoanense e da abordagem a instituições que apoiam os nossos empresários, é a hora de divulgar mais detalhadamente as opiniões e as acções desenvolvidas pela autarquia sanjoanense no domínio do emprego e das empresas.

Para isso fomos entrevistar o Dr. Castro Almeida, presidente da Câmara Municipal de SJM. Agradecemos a sua disponibilidade e o tempo que despendeu connosco e que possibilitou a realização deste artigo.
Aquando da campanha eleitoral que precedeu o actual mandato autárquico, Castro Almeida afirmou que a prioridade deste mandato seria a melhoria das condições de empregabilidade no concelho sanjoanense. “O papel da autarquia é criar condições para atrair empresários. A criação de emprego não dispensa empresários, os empresários precisam de ter locais adequados para se instalarem e a função da autarquia é criar os locais adequados para os empresários se instalarem”, declarou Castro Almeida.

Assim sendo, este terceiro mandato está a ser marcado por três investimentos: a ampliação da Zona Industrial das Travessas “para lá instalar empresas de base industrial”, a construção do novo edifício do Centro Empresarial e Tecnológico “para atrair empresas de base tecnológica para o nosso concelho” e a criação da Oliva Creative Factory “para atrair indústrias criativas para SJM”.

Questionámos Castro Almeida acerca das razões para o primeiro destes investimentos. “Hoje há escassez de terrenos disponíveis para a instalação de indústrias em SJM, e os poucos terrenos que existem são caros. Por isso, nós queremos aumentar a oferta, como forma de fazer baixar os preços dos terrenos”. Só desta forma, afirma, será possível evitar que “os empresários de SJM construam fábricas fora da cidade porque os poucos terrenos que existem em SJM são caros”, como diz acontecer actualmente.

Relativamente ao Centro Empresarial e Tecnológico (CET), face ao que já vimos anteriormente http://emprego-sjm.blogspot.com/2011/01/empresas-sanjoanenses-oliva.html, inquirimos o presidente da autarquia acerca do balanço que faz da construção deste equipamento. “É muito positivo, estão lá instaladas mais de 30 empresas, trabalham lá mais de 100 licenciados. Numa incubadora de empresas é normal que haja muita fragilidade nas empresas, mas no CET ainda não morreu nenhuma empresa, é uma característica muito interessante da nossa Sanjotec. O 1º edifício está cheio e é por isso que estamos a construir o segundo, porque o primeiro foi claramente um sucesso”.

No que diz respeito à Oliva Creative Factory, um investimento de que também já lhe demos conta http://emprego-sjm.blogspot.com/2011/02/instituicoes-sanjoanenses-sanjotec.html, quisemos saber o que é que leva a autarquia a pensar que o concelho tem potencial para o sector das indústrias criativas. “As indústrias criativas são um sector de futuro no mundo inteiro, no mundo desenvolvido”, garantiu Castro Almeida. “A Oliva não está pensada para atrair só as empresas criadoras de SJM, a Oliva é uma infra-estrutura de âmbito metropolitano e mesmo de âmbito nacional”. “Não há muitos espaços para a instalação de indústrias criativas no país, e nós queremos ser um dos melhores e maiores, eu creio que o nosso espaço vai ser provavelmente o maior do país para a instalação de indústrias criativas, estamos a falar de 14000 metros quadrados”.

Ainda no que diz respeito a este projecto, surgiu recentemente, no semanário local Labor, uma notícia que dá conta que a autarquia feirense está também a desenvolver um projecto semelhante à Oliva Creative Factory – trata-se da “Caixa das Artes”, que também contará com residências artísticas, incubadora de empresas e oficinas criativas.

Havia, portanto, que perguntar a Castro Almeida se não receia que a multiplicação deste tipo de equipamentos faça com que eles não tenham uma procura correspondente à oferta. “Eu visitei algumas cidades na Europa onde na mesma cidade há mais do que um espaço para a instalação de indústrias criativas”, respondeu. “Não vejo nenhum problema em haver um equipamento de indústrias criativas em SJM e outro na Feira, acho até que podem ser complementares”.

Castro Almeida passou a exemplificar este seu argumento: “Pense no seguinte, quando alguém quiser instalar uma loja de sapatos, pensa em ir para onde? Para um centro comercial. Mas já lá há outras lojas de sapatos, porque é que não há-de ir para um sítio isolado? Porque quem quer comprar sapatos vai ao centro comercial, onde há uma diversidade de oferta que atrai mais consumidores”. Assim, o autarca pensa que “o facto de haver aqui dois espaços contidos fará que esta sub-região fique conhecida como um espaço de indústrias criativas e que quem quiser procurar um fornecedor de produtos criativos venha aqui a esta região”.

Em suma, estes três investimentos – ampliação da Zona Industrial das Travessas e do CET e requalificação da velha Oliva – significam que a aposta da autarquia quanto ao emprego é de “manter e reforçar as indústrias tradicionais, nomeadamente o calçado que vai ter futuro em SJM” e, simultaneamente, de “abrir novas frentes, empresas de base tecnológica no Centro Empresarial e Tecnológico, indústrias criativas na Oliva Creative Factory”, assegurou Castro Almeida.

Em conclusão…

Nesta entrevista evidenciou-se que a actual gestão da Câmara Municipal de SJM está determinada em levar a cabo os seus três grandes projectos relacionados com o domínio do emprego e em fazer com que os empresários tenham em SJM as estruturas necessárias ao desenvolvimento de empresas de sucesso. Há que ter esperança de que estes equipamentos tenham a procura prevista pela autarquia e, assim, consigam potenciar o empreendedorismo não só dos sanjoanenses mas também da população de toda a região!

quinta-feira, 10 de março de 2011

A perspectiva da autarquia

Bom dia, segunda-feira os nossos textos semanais estão de volta. No nosso próximo artigo poderá ler a nossa entrevista ao Dr. Castro Almeida, presidente da Câmara Municipal da cidade, na qual será dado destaque às acções que a autarquia desenvolve nos domínios do emprego e da formação.

Já sabe, apareça por cá!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Férias de Carnaval

Bom dia caros leitores, como estão a ler, na próxima segunda-feira vamos estar de férias por isso não iremos publicar, como habitualmente, o nosso texto semanal.

Divirta-se muito no Carnaval, que nós iremos fazer o mesmo! J

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Instituições sanjoanenses – Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado

Continuando a nossa série de textos sobre instituições que desempenham um papel importante no que diz respeito ao emprego na cidade, chegou a vez de darmos a conhecer o Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado (CFPIC). 

Aproveitamos para agradecer a disponibilidade da Dra. Fátima Martins, Coordenadora Pedagógica do Centro de Novas Oportunidades do CFPIC, para a entrevista que nos concedeu.

História do CFPIC:


O CFPIC é uma instituição que conta já com 45 anos de história: este foi criado em 1965, para a resolução das grandes carências que a indústria de calçado evidenciava nessa década, em termos de formação profissional. As suas primeiras instalações situavam-se no Palacete dos Condes, em SJM. Mas, uma vez que as fábricas de calçado registaram uma dispersão geográfica cada vez maior nos anos 60, 70 e 80 do século XX, o CFPIC criou também pólos nas localidades de Oliveira do Douro, de Felgueiras, dos Carvalhos, de Guimarães, da Benedita e de Oliveira de Azeméis.

Porém, as décadas de 1990 e 2000 ficaram marcadas pelo encerramento da maioria dos pólos do CFPIC. Isto ocorreu “por uma questão de rentabilização de recursos e tendo em conta que hoje a mobilidade é superior a que existia anteriormente”. A estas duas razões acrescenta-se uma terceira, que é o facto de o Centro ter adquirido várias unidades móveis de formação, que fazem com que o CFPIC continue a desenvolver formações na Benedita e em Viana, mesmo não tendo pólos nessas localidades.

O CFPIC, na actualidade:

Hoje em dia o CFPIC tem apenas dois pólos, em SJM e em Felgueiras. De entre estes dois pólos, o que apresenta uma maior procura por parte da população local é, segundo Fátima Martins, “sem dúvida o de SJM”. Estando ambos os pólos inseridos em áreas industriais em que o ramo do calçado tem um papel de relevo, a região de Felgueiras distingue-se por “incidir mais no fabrico do calçado” e por ter também “outras industrias ali próximas que absorvem facilmente as pessoas”. Assim, existe maior facilidade de encontrar emprego não qualificado em Felgueiras, pelo que existe uma menor procura de formação por parte da população.



Ambos estes pólos são Centros Novas Oportunidades e disponibilizam vários tipos de formação. Os cursos de educação/formação de jovens destinam-se aos jovens que desejem concluir o 9º ou o 12º ano através de um curso que lhes ensine uma determinada profissão. Os cursos EFA destinam-se principalmente a adultos desempregados, pois os centros de emprego encaminham os desempregados para estes cursos. Já a formação modular é procurada essencialmente “por pessoas empregadas que estão activas e que querem evoluir”.

Sendo o CFPIC um Centro Novas Oportunidades, confrontámos Fátima Martins com a fama que os cursos Novas Oportunidades têm de serem demasiado facilitistas. Esta considera que estes cursos “são postos em causa, muitas vezes, por pessoas que não tem conhecimento sobre o assunto ou que concebem apenas o sistema de ensino nos moldes tradicionais, não perspectivando outro tipo de ensino”. “Não considero que estes cursos sejam assim tão fáceis, no nível secundário não são tão simples quanto muitos querem fazer crer, o nível secundário já é complexo”.


Existe outro aspecto que faz com que o CFPIC seja fortemente criticado por vários empresários do ramo do calçado: o Centro tem mais formandos a frequentar cursos de modelação e de estilismo do que cursos relacionados com as actividades tradicionais de produção, sendo que as empresas de calçado dizem ter dificuldades quando tentam contratar estes últimos profissionais. Ora, Fátima Martins argumenta que “a nossa actividade está condicionada pela procura, pelas exigências e interesses da população. Nós não temos pessoas interessadas para o fabrico do calçado! Por exemplo, os jovens sentem-se mais atraídos para o design ou para a informática, e não tanto para o fabrico do calçado”.

É também de referir que o Centro tem estado presente em várias feiras internacionais de calçado, como a Micam e a GDS. Estas presenças têm três fins: a actualização do CFPIC, pois nestas feiras os responsáveis pelo Centro podem descobrir as novidades e as tendências do ramo do calçado, a nível mundial; a divulgação do trabalho e da criatividade dos estilistas em formação no Centro; o facto de possibilitar tanto aos profissionais do centro como aos alunos o conhecimento do mercado internacional e globalizado.


Por último, há que referir os vários prémios que alunos do Centro têm recebido em vários concursos, que se traduzem no reconhecimento do trabalho realizado pelo CFPIC. Em 2008, Marco Egídio, do curso de Modelação e Design de Calçado, e Rosário Alves, do curso de Modelação de Calçado e Marroquinaria, ganham o 1º e 2º prémios na categoria “Homem” do prémio internacional Sulle Orme Del Cuoio; em 2009, uma equipa do curso de Electrónica de Equipamento ganhou o 2º prémio no concurso ROBOPARTY da Universidade do Minho: são apenas dois exemplos dos muitos prémios que o CFPIC tem recebido.

Em suma…

O Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado, por tudo o que referimos, dá um contributo excepcional para as indústrias de calçado na cidade, sendo um impulsionador da componente criativa deste sector, que é a que torna este ramo de actividade um ramo de elevado valor acrescentado e de elevado potencial de desenvolvimento. Assim sendo, desejamos as maiores felicidades ao Centro, nomeadamente no que diz respeito à resolução dos problemas de financiamento e de sobrelotação que hoje existem!